quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Maria Fernanda.

Hoje a esposa de meu primo está nesse axato momento ganhando a sua bebezinha. Vamos rezar por ela Para que tudo saia bem na cirurgia. Assim que nascer eu volto com mais notícias, beijos.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Amei esse comercial, assistam e me digam se não dá uma mexida por dentro da gente. Achei ele revigorante, pelo menos prá mim... a sensação foi essa, uma alegria enorme e uma vontade de abraçar quem eu encontrar pela frente rsrsrs. que foi? tô viajando? Bom dia prá todos, ah! não deixem de comentar em?

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Atenção leitores anônimos:

Quero muito conhecer voces então, eu coloquei uma janelinha aí ao lado para quem quizer, achar interessante fazer amizade com essa mãe que vos escreve. Prometo que sempre visitarei vocês.
Quem não tiver blog deixa um comentário abaixo do post com e-mail, que eu respondo também ok?! Beijos e fiquem a vontade.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Ontem foi aniverssário do meu amor, O presente maior que Deus me deu e que gerou os frutos mais lindos e mais importantes em nossa vida. O amor e a gratidão que eu tenho por esse homem honesto, trabalhador, íntegro, carinhoso, que realiza todos os meus desejos, que luta como um guerreiro pelo conforto de sua família, que nos faz muito felizes e que eu particulamente não imagino mais a minha vida sem ele, é enooooorrrrrme.
Agente as vezes discute, como qualquer casal normal mas , somos muito, mas muito felizes e eu amo, adoro, admiro e sou apaixonada a 10 anos por esse Homem (com H maiúsculo ) que me faz tão bem e que me deu o maior presente que alguém pode dar a uma mulher, os meus dois filhos lindos.
Tiquinho, Eu te AMO, seja sempre muito feliz e que Deus continue abençoando nossas vidas. Feliz aniverssário meu gatinho.




sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Agora sobre o Gabriel:

Meu filhote foi hoje fazer sua consulta mensal à Pediatra. Está cada vez mais gordinho. Pesou 8 kilos e 50 gramas, além de almoçar, a partir de hoje, ele também vai começar a jantar, entrou também em sua alimentação carboidratos( arroz, macarrão e angu)e gema de ovo. A partir de agora, as refeições do Gabriel ficarão assim:
-Acorda, toma suco de laranja lima com pêra, ou com mamão, ou com maçã.
-no intevalo antes do almoço, mama no peito;
-almoça;
- depois de uma boa soneca, mama de novo;
-brinca um pouco e come uma frutinha amassada;
-Janta;
-Dorme e lá pelas 10horas acorda para mamar de novo.
-Acorda novamente as 4 da madrugada para mamar novamente, e dorme.
-acorda de manhã e aí recomeça tudo. As mamadas diminuíram bastante, só espero que ele continue mamando pelo menos até um ano de idade. Eu senti tanta tristeza quando a Luíza largou o peito... Agora me digam: ele tá ou não tá muito fofo?

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

O que é a Dermatite atópica.

Origem
A dermatite atópica é uma doença alérgica, que pode ocorrer isoladamente ou em concomitância com outros quadros alérgicos, como asma, rinite, urticária. Das crianças que se curam após os 10 anos, muitas desenvolvem uma ou mais dessas outras doenças, como se permanecesse o estado alérgico com outro tipo de manifestação.
Quadro dermatológico extremamente incômodo para o paciente e para a família é a dermatite atópica. Trata-se de um tipo de eczema, que surge geralmente aos dois ou três meses de idade com uma distribuição generalizada, tornando-se, no seu desenvolvimento típico, circunscrito a poucas áreas na criança maior. Casos há em que o acometimento geral da pele se prolonga pela vida adulta.
A doença se inicia por um aspecto avermelhado e ressecado da pele. A seguir, aparecem escoriações, provocadas pelo ato de coçar, pápulas e pequenas bolhas, que geram exsudação. As alterações afetam as faces do rosto e a fronte, o pescoço e as dobras e, às vezes, grandes extensões da pele. A evolução se dá por períodos de exacerbação entremeados com fases de diminuição ou desaparecimento das lesões num curso crônico.
Geralmente, aos dois ou três anos, a criança tem alterações restritas à dobra dos cotovelos e à região atrás dos joelhos que, em fases de regressão, apresentam coloração esbranquiçada e aspecto ressecado. Cerca de metade dos pacientes pode ficar livre da doença entre os 10 e os 15 anos de idade.
As crianças com dermatite atópica produzem anticorpos do tipo IgE, desencadeados por ação de antígenos de variadas origens, principalmente antígenos ambientais. A pele tende ao ressecamento e é muito sensível a contato com produtos químicos, especialmente sabões, que aumentam o ressecamento e a sensibilidade. Com muita facilidade, a pele do atópico é infectada pelo estafilococo dourado, fato que concorre para manter e agravar o quadro clínico.
No processo inflamatório típico estão presentes diversos mensageiros químicos, liberados por terminações nervosas ou produzidos por células imunitárias. Além disso, há uma marcada influência dos estados emocionais e a própria dermatite condiciona certos aspectos da personalidade pelas dificuldades que causa aos pacientes.
Por outro lado, o paciente com dermatite atópica adquire certos traços de personalidade decorrentes do incômodo constante causado pela inflamação da pele e pela coceira intensa. Ele é descrito como irritável, exigente e infeliz; precisa de muito mais carícias e contato físico do que a média das crianças.
Na infância, há ainda o problema dos familiares. Estes tendem a considerar o atópico uma pessoa com deficiência e dão exagerada atenção a sua condição cutânea, muitas vezes superportegendo-o ou criando-lhe incapacidades e falta de confiança. Os pais e parentes próximos devem ser orientados a não estimular atitudes de dependência para não facilitar a criação de condições para manipulação dos outros pela criança.
É preciso dar o cuidado devido ao problema, aplicar os medicamentos com carinho e delicadeza e sugestionar a criança sobre seu poder de controlar certa parte da alteração de sua pele sabendo que, com o passar do tempo, é grande a probabilidade de melhora, podendo mesmo o paciente ficar livre da dermatite.

Como se trata?

Por não existir nenhum recurso para a cura definitiva, o objetivo do tratamento deve ser o controle da afecção, enquanto se aguarda por uma possível involução espontânea da dermatose. Assim, o tratamento deve ser orientado para diminuir a sintomatologia e a reação inflamatória, reconhecendo, afastando ou excluindo fatores que agravam o quadro.
A hidratação cutânea é ponto fundamental no tratamento. Podem ser utilizados os antiinflamatórios tópicos (creme ou pomadas de corticosteróide), anti-histamínicos por via oral, para controlar a coceira e diminuir as erupções na pele. Os imunomoduladores e imunossupressores também são indicados para auxiliar no tratamento.
Como se previne?

Não há mecanismo de prevenção, mas a dermatite atópica pode ser controlada através de cuidados com a exposição a fatores que possam desencadear a afecção.

Hereditariedade
Há várias evidências de que a hereditariedade esteja envolvida:
1 • Um estudo brasileiro mostrou que 80% dos pacientes têm casos de alergia entre os familiares próximos;
2 • Em gêmeos univitelinos ou iguais, quando um dos irmãos tem dermatite atópica, em 70% a 80% dos casos o outro também é acometido. Quando os gêmeos são diferentes, essa porcentagem cai para cerca de 20%;
3 • Quando a mãe é afetada, o risco de transmissão para o filho é 4 vezes maior do que quando o pai é portador;
4 • Quando um dos pais é acometido, a probabilidade de o filho desenvolver a doença é de 56%; quando pai e mãe têm a doença, essa probabilidade aumenta para 81%.
Como surge a doença
A pele é a barreira que protege os órgãos internos do contato com o ambiente. Suas camadas mais externas estão sujeitas a alterações do clima e a agressões por agentes químicos e biológicos capazes de modificar seu nível de hidratação, sua estrutura e composição bioquímica. Substâncias estranhas com as quais entramos em contato (antígenos) ou aquelas liberadas pela flora microbiana da pele podem estimular a fabricação de anticorpos e mediadores químicos que, em indivíduos predispostos, criam uma cascata de reações que agride a barreira e provoca o aparecimento das lesões pruriginosas. O ato de coçar pode agravar o processo inflamatório.
Fatores desencadeantes
Podem desencadear o aparecimento das lesões com coceira, características do quadro:
1• Alimentos: têm papel controverso; os mais implicados são ovos, leite, trigo, soja, peixe, amendoim;
2• Alérgenos aéreos: exposição aos ácaros da poeira domiciliar;
3• Contato da pele com certas bactérias ou fungos;
4• Dermatite de contato: níquel e outros metais, derivados da borracha, conservantes, amaciantes, detergentes, produtos de limpeza, roupas de lã e tecidos sintéticos;
5• Frio intenso e ambientes secos;
6• Calor e transpiração;
7• Estresse emocional.

Fontes:

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Sobre a Lulu.


Há mais ou menos um mês, Luíza apareceu com umas coceirinhas nas dobras do corpo, (cotovelo, pescoço, virilha...) Daí, fomos à pediatra e ela recomendou que procurássemos uma dermatologista que era ótima pois essa coceira estava parecendo dermatite atópica.
Liguei prá médica e só tinha vaga para dia 22 de outubro (na época estávamos em meados de setembro), como a luíza estava muito afetada, resolvi procurar uma alergista que confirmou a doença e passou um sabonete e um idratante para ela usar.
Procurei também outro dermatologista que também disse que era D.A. e passou uma pomada a base de cortizona e um sabonete especial, comprei tudo e não adiantou nada. Na outra semana voltei nele e ele me disse que era assim mesmo que ia melhorar que estava ainda no início do tratamento e blá blá blá...Não gostei, saí de lá e não voltei mais. Continuei usando a pomada que ele passou na Luíza mas de nada adiantou, minha filha continuou a coçar e muito tadinha.
Hoje Foi o dia da consulta com a dermatologista indicada pela médica dela e amei a consulta. Ela virou a Luíza do avesso, olhou tudo bem de vagar e com muita calma.Também confirmou que era dermatite, mas me deu uma aula sobre a alergia, eu saí de lá muito confiante e tranquila. A médica pasou um creme mais forte e um idratante para passar no corpinho dela, muou também o sabonete dela. Me disse que se cuidarmos direitinho dela, ela poderá ficar livre disso até os 10 anos.
Estamos muito confiantes nisso pois a Luíza é uma menina muito saudável, nunca teve nada, sempre foi muito bem cuidada e isso de acordo com a doutora já é um grande ponto a favor dela melhorar de vez.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Quando bate o ciúme do irmão mais novo
Pais devem dar espaço para filho mais velho se manifestar.E, sempre que possível, devem afirmar seu amor.




Uma questão delicada na vida das crianças é quando um irmão está para chegar, principalmente quando é filho único. Surgem sentimentos de insegurança e medo – as crianças temem perder o amor dos pais para esse novo membro da família. Afinal, por que eles precisam de outro filho? Na tentativa de assegurar esse amor, cada criança manifesta sua angústia de uma maneira. Algumas adoecem, outras se tornam agressivas ou podem apresentar uma queda no rendimento escolar. Mas o que os pais mais relatam é que os pequenos começam a apresentar comportamentos regredidos. Observam que voltam a chupar chupeta, molhar a cama e até falar como neném. Isso ocorre porque querem voltar a ser bebê para agradarem aos pais que desejam um. As crianças sofrem muito e os pais nem sempre sabem como agir. Muitas vezes não as entendem e acham que estão exagerando ou coisa parecida. Mas elas sofrem muito e precisam da ajuda dos pais – que, por sua vez, também estão num momento crítico que é o de receber um bebê. Para que as coisas se dêem de uma forma tranqüila para todos, é importante que os pais tenham para si que a situação é complicada para os pequenos. É preciso começar a prepará-los durante a gestação, como os pais também se preparam. Nada de dizer que as coisas serão fáceis, que tudo será gostoso e que nada mudará. Não é verdade.
Ter um irmão tem o lado gostoso – alguém com quem brincar e dividir seus segredos. Mas tem um lado mais difícil. Um bebê exige muita atenção dos pais, que muitas vezes terá de ser socorrido e o filho mais velho terá que esperar. Os espaços também serão divididos. Nada será como antes, mesmo que os pais se esforcem para que seja. Um espaço para que os filhos mais velhos expressem seus sentimentos é de grande ajuda. Sejam eles positivos ou negativos. A maior parte das crianças não terá os melhores sentimentos, principalmente em relação ao bebê. Quando os filhos puderem dizer o que sentem sem recriminação, além de colocarem a angústia para fora, não precisarão expressá-la de uma outra forma.
Como manifestar a raiva
Aquilo que não sai pela boca sai de uma outra forma, como um soco, por exemplo. Sim, os pequenos agridem seus irmãos fisicamente e isso não deve ser permitido. Precisa ficar muito claro que é possível sentir coisas ruins pelo irmão ou pelos pais e dizê-las. Jamais atuar. E quando as crianças estiverem com muita raiva, que procurem o pai ou a mãe para conversar. Atitudes assim propiciam que as crianças se sintam compreendidas e aceitas em seus sentimentos, sem precisarem se culpar por não amarem os irmãos 100% do tempo. Por isso, nada de mandar a criança dizer que ama o irmãozinho. Caso isso ocorra, quando seu filho perceber que está num momento de ódio, a angústia terá uma grande chance de aumentar. Não vamos tampar o sol com a peneira: para ninguém é tranqüilo dividir um espaço. Ainda mais um espaço emocional. É só imaginar se nosso marido ou mulher resolve trazer outro (ou outra) para dentro de casa - a situação não será nada gostosa. E deve ser assegurado o amor que os pais têm pelo filho mais velho. Saia com ele sem o bebê quando possível, evite falar do novo filho ou perder metade do passeio procurando um presente para o irmãozinho. Só o mais velho deverá existir naquele momento. No caso de o filho mais velho de apresentar os comportamentos regredidos, o melhor é valorizar aquilo que faz parte da sua idade. Tomando como exemplo uma criança em fase de alfabetização, uma dica é se interessar pelos seus progressos na escrita, valorizando essa atividade. Que as crianças sofrerão com a vinda de outro irmão, não há dúvida. Por mais que as preparemos, não será possível eliminar seu sofrimento. O melhor é enfrentar a situação de frente, ajudando-as a vivenciar da melhor maneira possível esse momento.

(Ana Cássia Maturano é psicóloga e psicopedagoga)

http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL800672-5604,00.html

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Câncer de mama: cuidados e prevenção

Ele é a segunda maior causa de morte na população feminina, embora as chances de cura possam chegar a 80% quando a doença é detectada no início
Glycia Emrich

O número absurdo de mortes é, sim, por falta de cuidado. Não da mulher com ela mesma, afinal, o buraco é mais embaixo. “O número de mulheres que se submetem a um diagnóstico avançado é pequeno”, lamenta o doutor Ivo Carelli Filho, presidente regional de São Paulo da Sociedade Brasileira de Mastologia. “Nem todas têm acesso às consultas e exames ou não possuem motivação para fazê-los. Principalmente, quando consideramos a população de baixo nível sócio-econômico, que infelizmente encontra enormes dificuldades para conseguir atendimento médico no hospital público. Esta é uma questão que não diz respeito à desinformação, mas é uma questão social”, complementa o médico.
O auto-exame da mama
O primeiro sinal de alerta é o aparecimento do nódulo ou tumor. Mas para detectar qualquer coisa diferente, é super importante que você esteja bem familiarizada com a sua mama. Qualquer coloração diferente, retração ou até pequenos nódulos nas axilas, vale ficar de olho.
Mas se engana quem faz o auto-exame e acha que isto é tudo. Ele é indispensável, mas é apenas o primeiro passo. A partir da detecção de um nódulo no seio, a jornada ainda é longa: é preciso passar por consultas periódicas com um mastologista e iniciar um tratamento.
Claro que quem tem um excelente convênio médico geralmente consegue ser diagnosticada em fase precoce – o que não é o caso da maioria das brasileiras. Para a população carente o acesso não é fácil. “O número de pacientes que aguardam o tratamento é grande. Para chegar a ele, a mulher precisará buscar atendimento na unidade básica de saúde, será encaminhada para o hospital geral para finalmente chegar a um hospital especializado. Esse percurso pode levar até seis meses”, observa o doutor.
Boa notícia
A mamografia, que permite a detecção precoce do câncer já era realizada em hospitais públicos, gratuitamente, somente para mulheres a partir de 50 anos. Agora, a partir dos 40 anos, já é possível fazer. “É uma mudança importante, pois é possível atingir um maior número de mulheres, aumentar o número de diagnósticos precoces e diminuir as taxas de mortalidade”, comemora Carelli.
Mas essa comemoração é feita com bastante cautela. Apenas detectar a doença é tapar o sol com a peneira: “A rede pública dará vazão a todos os exames alterados? Após o diagnóstico e a realização do exame, haverá tratamento para todas as pacientes?”, indaga o médico.
E até a própria mama de uma pessoa mais jovem, por se apresentar diferente da mulher acima de 50, dificulta a obtenção de resultados mais certeiros. “Mas essa é uma questão polêmica em todo o mundo”, emenda ele. “A mulher jovem possui uma mama branca e seu seio é composto em sua maior parte por tecidos que produzem leite, o que dificulta o diagnóstico, já que o tumor também é branco. Durante a menopausa, este tecido é substituído em sua maior parte por tecido adiposo, mais escuro. Assim, o exame ganha maior confiabilidade”
Tratamentos
O tipo de cuidado escolhido pelo médico depende muito de cada caso. Em necessidade de cirurgia, a escolha pelo método varia de acordo com o tamanho do tumor. Geralmente, a paciente é submetida a esses tratamentos:
- Cirurgia para remoção do tumor- Quimioterapia- Radioterapia- Tratamento Hormonal
Lembre-se que nem toda alteração mamária é sinal de alguma possibilidade de câncer. Por isso, é extremamente importante que toda mulher faça consultas periódicas ao médico.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Filhotes...

Ontem foi o dia da criançada e o Dia mais aguardado pela Luíza. Todos os dias dessa semana ela acordava e me perguntava: "é hoje o dia das crianças?" Na escola dela, devido à um seminário para os professores ela só teve aula na quinta e sexta-feira, e as comemorações começaram no final de semana e estenderão também essa semana inteira. Luíza ta adorando a farra.
Sexta ela foi passar a tarde inteira com a turma da escola em um sítio aqui perto, chegou eufórica com tanta coisa prá contar que embolava um assunto em outro.Depois do Sítio, peguei ela na escola e fomos prá Cataguases.
No sábado passamos a tarde na casa de minha Sogra esperando o Maycon que ia chegar de Viçosa.
A Luiza e o gabriel ganharam presentes da Tia Lú antes dela viajar para Brasília
No domingo de manhã, Luíza me acordou perguntando sobre o presente, Levantei, tomei meu café, penteei o cabelinho dela e só aí é que nós e meus pais demos os presentes. Luíza amou tudo que ganhou, que bom! Bricou o dia todo.
A tarde, antes de virmos embora, passamos na Andreza onde tinha mais presentinhos pro Biel e prá Lulu.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

7 meses.

Hoje meu filhote está completando seu sétimo mês de vida. Nossa! como o tempo voou depressa, parece que foi ontem mesmo que ele nasceu... Acho que deve ser por que o gabriel desde que veio ao mundo não nos deu trabalho algum, não teve cólicas, nem refluxos, dorme sepre a noite inteira.se alimenta muito bem e tem um bom humor de deixar a gente feliz da vida. Dei o nome certo prá ele, meu filho é um Anjo.
Quanto a minha princesinha, estou um pouco preocupada com ela. Está chorando à toa, as vezes um pouco agresiva, outras arrependida pela pirraça. Tenho conversado muito com ela, dado muito carinho, chamego e sempre digo que a amo, que ela e o irmão são minha vida, que ela é a princesinha da mamãe, mas tem horas que não dá a choradeira, gritaria e teimosia são de mais e eu acabo perdendo a paciência e colocando de castigo. A minha mãe acha que pode ser uma fase e que vai passar. Antes do gabriel nascer, trabalhamos muito ela, quando ele nasceu demos à ela toda a atenção possível mesmo eu estando esgotada, com pontos da cesárea e amamentando muito, não deixei de brincar nem ficar perto dela. Tivemos o maior cuidado com ela pois, sabíamos que ela poderia se sentir rejeitada. Daí tiramos de letra, a fase de adaptação passou e agora é que a coisa está acontecendo. Ela adora o irmão mas está atacando a mim e ao meu marido. Muito teimosa e desobediente, entra em isteria quando contrariada, o que mais me deixa triste é que ela também sofre muito com isso, a coitada depois que se acalma pede desculpas e jura não fazer mais essas coisas. Morro de pena da minha filha e fico imaginando o que está se passando em sua cabecinha. Já não sei mais o que eu faço.Estou pensando seriamente em procurar um psicólogo.